Este ano já tive oportunidade de ler 18 Segundos, o romance de estreia de George D. Shuman. Após algumas leituras mais variadas, decidi voltar ao autor e ler o seu segundo romance.
Neste livro, continuamos a acompanhar Sherry Moore, bela e cega, e com uma característica muito peculiar: ao tocar num corpo sem vida, ela consegue ver o que ficou registado nos últimos dezoito segundos da memória dessa pessoa. Desta vez, a polícia vai recorrer à sua ajuda quando são descobertos corpos de mulheres brutalmente assassinadas e nada no cenário as liga àqueles que haviam sido apontados como suspeitos do seu desaparecimento. Não só o serial killer ainda anda à solta, como vai, à medida que o tempo corre, demonstrar um interesse especial por Sherry, tornando-a também num alvo.
Este romance policial mostrou-se mais custoso de ler do que o anterior, o qual já teve demasiados momentos parados, tal como referi na opinião. A escrita do autor não é apelativa e, na maior parte das vezes, ele opta por descrever como tudo aconteceu, em vez de colocar os acontecimentos a decorrerem à frente dos nossos olhos.
Não tive vontade de ler compulsivamente e acabava por ter de me incentivar a ler só mais um capítulo, na esperança de terminar o livro rapidamente (penso que já cheguei a referir que não gosto de desistir de livros, a menos que sejam absolutamente horríveis). O livro acabou por melhorar no fim, no momento da captura do assassino.
Sherry é uma das minhas personagens preferidas e, neste romance, acabou por ter um papel com mais destaque, o que me agradou imenso.
Outro aspeto positivo neste livro é o assassino: tudo nele é interessante, nomeadamente a explicação de como e por que é que ele começou a cometer ester crimes; o seu modus operandi, bem como a sua destreza para se camuflar, passando por um indivíduo normal, sem suspeitas, e atraindo assim as suas vítimas.
Em conclusão, nem tudo neste livro foi mau, porém a leitura foi maçadora, exigindo mais tempo que o necessário para ler um livro com pouco mais de duzentas páginas, como é o caso deste. Infelizmente, perdi o interesse em continuar a acompanhar este autor e certamente não voltarei a ler mais nenhum dos seus livros.
Este romance policial mostrou-se mais custoso de ler do que o anterior, o qual já teve demasiados momentos parados, tal como referi na opinião. A escrita do autor não é apelativa e, na maior parte das vezes, ele opta por descrever como tudo aconteceu, em vez de colocar os acontecimentos a decorrerem à frente dos nossos olhos.
Não tive vontade de ler compulsivamente e acabava por ter de me incentivar a ler só mais um capítulo, na esperança de terminar o livro rapidamente (penso que já cheguei a referir que não gosto de desistir de livros, a menos que sejam absolutamente horríveis). O livro acabou por melhorar no fim, no momento da captura do assassino.
Sherry é uma das minhas personagens preferidas e, neste romance, acabou por ter um papel com mais destaque, o que me agradou imenso.
Outro aspeto positivo neste livro é o assassino: tudo nele é interessante, nomeadamente a explicação de como e por que é que ele começou a cometer ester crimes; o seu modus operandi, bem como a sua destreza para se camuflar, passando por um indivíduo normal, sem suspeitas, e atraindo assim as suas vítimas.
Em conclusão, nem tudo neste livro foi mau, porém a leitura foi maçadora, exigindo mais tempo que o necessário para ler um livro com pouco mais de duzentas páginas, como é o caso deste. Infelizmente, perdi o interesse em continuar a acompanhar este autor e certamente não voltarei a ler mais nenhum dos seus livros.
Classificação: 2/5 estrelas

