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domingo, 12 de janeiro de 2014

"A Filha do Conspirador" de Philippa Gregory [Opinião]

"A Filha do Conspirador" é o quarto volume da série "A Guerra dos Primos". Já anteriormente li "A Rainha Branca", que se centra na vida de Isabel de Iorque, e "A Rainha Vermelha", que conta a história de Margarida de Lencastre.

O presente romance centra-se na trágica história de Ana Neville, a filha mais nova do Conde de Warwick, o nobre mais poderoso da Inglaterra durante a Guerra dos Primos e apelidado de O Fazedor de Reis.

Ana é uma personagem já familiar dos anteriores volumes, mas com um destaque claramente menor. Agora tornou-se uma forte protagonista capaz de apaixonar o leitor.

Estou a sentir-me fascinada com o facto da autora contar a mesma história do ponto de vista de personagens diferentes. Apesar de já sabermos o que vai acontecer, a curiosidade mantém-se e é quase como se estivéssemos a ler tudo pela primeira vez. Além disso, cada livro acrescenta sempre mais pormenores acerca dos acontecimentos, ou seja, conseguimos compreender melhor determinadas partes.

Ana Neville foi a personagem que mais me cativou e que me fez admirar de outra forma as obras de Philippa Gregory. Até agora, os dois livros lidos ainda não me tinham convencido totalmente, embora já tivesse concordado que esta autora é uma ótima contadora de histórias. Este romance proporcionou-me horas de imenso prazer e senti aquela vontade compulsiva de ler, que não tinha sentido nos outros dois livros.

A cena que mais me impressionou neste livro foi o parto de Isabel, a irmã de Ana, em alto mar, durante uma tempestade. É algo de absolutamente horrível, mas está tão bem descrito que só consegui respirar no final do capítulo.

Em conclusão, este livro foi uma enorme surpresa, tornou-se no meu favorito da série e despertou a minha curiosidade para os volumes que se seguirão. O próximo a ser publicado será "A Princesa Branca" e só espero que ele chegue rapidamente às minhas mãos!

Classificação: 4/5 estrelas

terça-feira, 26 de novembro de 2013

"A Arca" de Victoria Hislop [Opinião]

A minha relação com as obras de Victoria Hislop não começou nada bem! Foi no ano passado que li "O Regresso" e ainda me lembro de como o livro me custou a ler, devido a ser tão denso e descritivo e da história pouco me cativar.

A oportunidade de ler um outro livro da autora surgiu através de um empréstimo e, embora tenha feito a minha cara de esquisita e tenha pensado "será que desta vez vou gostar?", a verdade é que rapidamente me deixei envolver por esta história e por estas personagens definitivamente maravilhosas.
Aqui está a prova de que devemos sempre dar uma segunda oportunidade a um autor. Quem sabe se não é à segunda que seremos surpreendidos?

Este romance tem como ponto de partida a cidade de Tessalonica, no ano de 2007, onde um jovem anglo-grego se encontra com os avós e estes decidem que chegou o momento de lhe contarem a história das suas vidas.
Posteriormente, somos transportados para o passado, mais especificamente para o ano de 1917, quando Dimitri Komninos nasce e, no mesmo dia, um gigantesco incêndio devasta a próspera cidade grega.
Cinco anos depois, na Ásia Menor, a casa de Katerina Sarafoglou é destruída pelo exército turco. No meio de toda a confusão e caos que se instala, Katerina perde a mãe e acaba por embarcar rumo a um destino desconhecido na Grécia, onde a sua vida se cruza com a de Dimitri.

Isto é só o início de uma comovente e emocionante história, habilmente escrita e capaz de absorver o leitor desde os primeiros capítulos.

À semelhança do que acontece no romance "O Regresso", a escrita deste livro é igualmente densa e por vezes descritiva, no entanto cada página me dava um imenso prazer e, se houvesse mais para ler, eu teria lido!

A construção das personagens leva-nos a amá-las ou odiá-las, como é o caso do pai de Dimitri, por quem senti antipatia, repugnância e desprezo pela forma imperdoável como ele sempre tratou o filho.
Depois existe uma grande variedade de personagens que nos cativam desde o primeiro minuto, tal como a Katerina, a Eugenia, a Pavlina, a Olga e toda a família Moreno. São personagens capazes de nos suscitar variadíssimas emoções, à medida que vão enfrentando os acontecimentos das suas vidas, uns mais felizes e outros mais dramáticos.

Além das personagens, todo o contexto em que decorre a ação é rico e encontra-se descrito de forma magnífica. Tudo começa com o incêndio que devasta a cidade, deixando as pessoas sem nada e obrigando-as a lutar para serem novamente capazes de sobreviver. Anos depois, chegam à cidade milhares de refugiados, entre eles Eugenia e Katerina, e torna-se necessário conseguir espaço para os acomodar a todos. Aos poucos, a vida que começaram nesta nova cidade torna-se melhor, até que chegam os anos da 2ª Guerra Mundial e da influência dos alemães, que provoca medos, perseguições e muita pobreza.

São muitos os acontecimentos pelos quais acompanhamos as vidas destas personagens, o que faz com que a narrativa seja rápida e nos ofereça uma montanha-russa de emoções.

Vou referir mais uma vez que este livro me comoveu por diversas vezes e me deixou maravilhada. Tão cedo não vou esquecer a história de Katerina e Dimitri!

E quanto a Victoria Hislop, esta foi uma segunda oportunidade arrebatadora, da qual não me arrependo nada e, obviamente, sinto agora um enorme desejo de ler "A Ilha"!

Classificação: 5/5 estrelas

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

"A Rainha Vermelha" de Philippa Gregory [Opinião]

"A Rainha Vermelha" é o segundo volume da série "Guerra entre Primos", da tão aclamada autora Philippa Gregory.

Este livro decorre no mesmo período temporal e histórico que "A Rainha Branca". A história é a mesma, no entanto, é contado na perspectiva de outra personagem, nomeadamente Margarida, a herdeira da casa de Lencastre.
Margarida é uma mulher profundamente devota a Deus e está determinada em fazer tudo para que o seu único filho, Henrique, suba ao trono da Inglaterra.

Por um lado, este livro conseguiu prender-me pelo facto de apresentar um ponto de vista diferente do existente no livro anterior e porque a maior parte das personagens já eram familiares. Por outro lado, Margarida é uma personagem irritante, mesquinha, invejosa e obcecada pela religião e praticamente não consegui sentir simpatia por ela. A autora está de parabéns por ter construído uma personagem tão capaz de nos suscitar estes sentimentos de ódio.

A escrita da autora continua maravilhosa, cativante e fluida e esse é um dos aspetos que me leva a gostar das suas obras e a ter vontade de continuar a acompanhar esta série. Seguidamente, tenciono ler "A Senhora dos Rios".

Classificação: 3/5 estrelas

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

"Não Olhes para Trás" de S. B. Hayes [Divulgação]

Título Original: Don't Look Back
Edição: 2013
Páginas: 360
Editora: Civilização
ISBN: 9789722633666

Já disponível nas livrarias

Sinopse
Durante toda a sua vida, Sinead foi atormentada por Patrick, o seu irmão manipulador. Agora ele desapareceu; no entanto, não parou de a perturbar. Quando a sua mãe autoritária a obriga a ir à procura do irmão, Sinead encontra uma série de pistas sinistras que sabe terem-lhe sido deixadas por Patrick. Essas pistas levam-na a Benedict House, um lugar onde o tempo parou e onde nada é o que parece. É aí que conhece James, que também procura respostas para o seu passado atribulado. Juntos, James e Sinead irão descobrir verdades aterradoras, que irão pô-los à prova até ao limite. Porque Benedict House não pertence aos que estão vivos, e Patrick não olhará a meios para os derrotar…

A capa lá fora

[Após ter lido Coração Envenenado, foi com grande alegria que soube que um novo livro da autora estava a ser publicado em Portugal. Pela breve sinopse, parece ser outra história juvenil e repleta de suspense. Espero, brevemente, ter oportunidade de o ler!]

sábado, 29 de junho de 2013

"O Circo dos Sonhos" de Erin Morgenstern [Opinião]

"O Circo dos Sonhos" é o romance de estreia de Erin Morgenstern e posso desde já afirmar que foi uma leitura surpreendente para mim.

Adorei o formato deste livro, lindíssimo desde a capa e a contracapa até ao seu interior e às páginas divisórias entre as várias partes.

Sem querer repetir a sinopse, este é um circo itinerante especial e misterioso que chega sem avisar e só está aberto à noite. Nele, os sonhos e a ilusão confundem-se com a realidade.
A história é contada através de avanços e recuos temporais, passando também por variadíssimos locais, à medida que o circo se vai deslocando de cidade em cidade. As mudanças temporais permitem-nos acompanhar o crescimento das personagens, nomeadamente dos dois protagonistas, Celia e Marco, treinados desde crianças para um exigente jogo de imaginação e determinação, onde apenas um pode sobreviver.

A escrita da autora é maravilhosa e extremamente cativante; há algumas partes mais descritivas mas não me senti aborrecida uma única vez ao longo desta leitura. Pelo contrário, senti-me tão absorvida pelo livro que não era capaz de parar de ler. A curiosidade aumenta a cada capítulo e a magia salta das palavras e envolve-nos numa aura de mistério.

As personagens, mesmo as mais secundárias, estão muito bem caracterizadas; é fácil gostar delas pois têm personalidades que as tornam únicas e inesquecíveis.
O amor entre a Celia e o Marco desiludiu-me de certa forma. Confesso que esperava uma paixão arrebatadora, um amor mágico e talvez um pouquinho mais trágico. No entanto, acontece tudo de forma tão subtil e eles passam tanto tempo separados que acabei por achar que faltou ali algo para dar mais credibilidade a este casal.

À parte esse pormenor, o livro é fascinante pelas descrições, pela escrita da autora, pelas personagens, pelo mundo a preto e branco, pela magia e mistério, assim como por conduzir a nossa imaginação. Acredito que esta história vai continuar a apaixonar muitos leitores e não posso deixar de o recomendar. Leiam e deixem-se conquistar por este belo e cativante circo dos sonhos.

Classificação: 4/5 estrelas

sábado, 18 de maio de 2013

"A Rainha Branca" de Philippa Gregory [Opinião]

O grande alarido à volta dos livros de Philippa Gregory foi o que me levou a querer estrear-me na obra da autora. Decidi começar por ler "A Rainha Branca", o primeiro volume de uma trilogia sobre a "Guerra entre Primos", passada em plena Guerra das Rosas.

Esta é a história de Isabel Woodville, uma plebeia que ascende à realeza e que revela estar à altura de todas as exigências da sua posição social. Enquanto luta fortemente pelo sucesso da sua família, esta rainha vai estar no centro de um intrigante mistério: o desaparecimento dos dois príncipes, filhos de Eduardo IV, na Torre.

Neste livro encontramos uma grande vertente histórica e cultural, mas também alguns elementos ficcionais e explicações inventadas pela autora, tal como ela explica na nota no final do livro.
A escrita da autora é muito cativante e o facto da história ser contada na primeira pessoa torna a leitura mais envolvente. Gostei muito de conhecer esta rainha e vê-la a ser retratada com uma personalidade tão forte, o que não era comum na época retratada no livro.

Além das muitas batalhas, conspirações e intrigas, este livro apresenta também uma linda história de amor entre Eduardo e Isabel, bem como o amor e preocupação de Isabel pela sua família e o grande companheirismo que tem com a sua mãe. A juntar a tudo isto, existe ainda o mistério do desaparecimento dos seus filhos na Torre e um aspeto mais ficcional, nomeadamente a introdução da magia e da lenda de Melusina.

Atribuir apenas 3 estrelas a este livro pode parecer um pouco injusto, mas a verdade é que, talvez por ter grandes expectativas, o livro não me prendeu tanto como eu esperava. Tenho de admitir que Philippa Gregory é uma boa contadora de histórias, mas o livro acabou por não me fascinar daquela forma especial nem cativar-me a ponto de eu querer ler sem parar.
Claro que isto não me vai impedir de ler mais romances da autora, até porque tenciono continuar a ler esta série. Uma coisa boa foi que a autora me deixou muito curiosa em relação às personagens que são abordadas nos livros seguintes. Quem sabe se os próximos livros não me prenderão um pouco mais?

Classificação: 3/5 estrelas

quinta-feira, 25 de abril de 2013

"Coração Envenenado" de S. B. Hayes [Opinião]

Este livro foi uma agradável surpresa para mim, não só pela capa, que me deixou ligeiramente enfeitiçada, mas também pela sua edição num formato mais pequeno e apelativo. É um livro mais direcionado para o público juvenil e uma boa aposta da Editora Civilização.

A autora teve a minha completa atenção logo no prólogo; gostei muito da sua escrita que é agradável, acessível para o tipo de público a que o livro se dirige e descontraída, sem deixar de abordar de forma cuidada alguns medos e sentimentos predominantes durante a adolescência.

O que mais gostei no livro foi o facto de a autora colocar suspense e mistério em todos os capítulos, levando o leitor a querer ler mais, pelo que as páginas deste livro acabam por virar-se sozinhas. Nota-se, ao longo do livro, a presença do sobrenatural, mas este acaba por não ser tão importante no final da história e no desvendar de todo o mistério.

Em conclusão, foi uma leitura muito agradável e que recomendo, principalmente ao público mais jovem. Irei acompanhar o percurso desta autora e espero, em breve, poder ler um novo livro dela.

Classificação: 4/5 estrelas

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

"Irmã" de Rosamund Lupton [Opinião]

Sobre este livro já tinha lido opiniões muito boas e outras menos boas. Aproveitei a oportunidade de o ler, visto que me foi emprestado e estou sempre pronta a conhecer novos autores.

A sinopse do livro é interessante e conquistou-me a atenção. Tess, a irmã de Beatrice, desaparece; enquanto a polícia, a mãe e o noivo de Beatrice estão dispostos a aceitar a perda de Tess, Beatrice não desiste, recusa-se a acreditar no sucedido e decide ela própria ir em busca da verdade, custe o que custar.

As críticas existentes na contracapa do livro prometiam “um thriller viciante e verdadeiramente original” (Louise Candlish) e “um surto de adrenalina capaz de causar calafrios na tarde mais soalheira” (The New York Times Book Review). Eu dou sempre bastante atenção a estas críticas e, portanto, as minhas expectativas eram altas.

Gostei da escrita da autora, achei-a cativante e fluida. A história é contada na primeira pessoa, por Beatrice, e dirigida à sua irmã, como se o livro fosse uma longa carta. Este pormenor não me incomodou; o tipo de narrador raramente me faz confusão nos livros. O que achei bastante confuso foram os constantes saltos temporais entre o passado e o presente, que tornaram a leitura mais complicada no início.

A história em si é muito interessante e os temas abordados (genética e fibrose quística) agradaram-me, mas não achei que fosse um thriller viciante nem que me tenha provocado adrenalina. De facto, nas primeiras 150 páginas, o livro permaneceu bastante aborrecido, embora depois tenha melhorado e me tenha cativado muito mais. A ação não é muita pois Beatrice vai fazendo pequenas descobertas, aos poucos, ao mesmo tempo que reflete e nos dá a conhecer a sua irmã.

Perto do final, houve uma reviravolta muito interessante, que me surpreendeu imenso, mas depois o final ficou em aberto e não achei piada nenhuma. Há finais abertos que são bons e nos dão liberdade para imaginar o que terá acontecido aos protagonistas, mas este deixou-me com mais perguntas do que respostas.

Apesar do livro não ter correspondido totalmente às minhas expectativas e de me ter desagradado nos pormenores que referi, o balanço geral é positivo e vou querer ler a próxima obra da autora.

Classificação: 3/5 estrelas

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

"O Regresso" de Victoria Hislop [Opinião]

Tinha imensas expetativas em relação a esta autora, que tem sido muito acarinhada e recebido críticas muito positivas aos seus livros. As pessoas com quem troquei ideias disseram-me que o melhor livro dela era "A Ilha", mas foi por este que comecei.

"O Regresso" conta-nos, paralelamente, duas histórias. A primeira passa-se em 2001, em Granada, quando Sonia Cameron vai passar uns dias a esta cidade para ter aulas de dança. Pouco depois, as conversas com o dono de um sossegado café e algumas fotografias antigas levam-na a querer conhecer a história da devastadora Guerra Civil Espanhola.
A segunda história decorre 60 anos antes, quando o café era a casa da família Ramirez. Em 1936, um golpe militar liderado pelo General Franco leva a uma guerra civil que acabou por destruir todo o país. É-nos dada a conhecer toda a história desta família dividida pela política e pela tragédia.

Desde já, devo dizer que achei este livro bastante difícil de ler e poucas vezes ele me conseguiu cativar. Uma grande parte do livro é dedicada à descrição da guerra espanhola, portanto são apresentados bastante factos históricos. A narrativa é densa, tem muita informação que não se assimila facilmente, daí que se torne cansativo ler vários capítulos seguidos.

As descrições da guerra e da política foram as mais maçadoras para mim. No entanto, comecei a sentir-me afeiçoada pelas personagens da família Ramirez e, apesar de esforço que a leitura requeria, continuei a virar as páginas para conhecer o final da história.

Dou os parabéns à autora pela vasta pesquisa que fez para a criação desta obra. Além de aspetos relacionados com a guerra, neste livro encontramos também bastantes descrições das danças espanholas, das touradas e da própria cultura do país.

A minha esperança de que o livro haveria de melhorar acabou por se concretizar na parte final (sensivelmente as últimas 100 páginas), que se revelou muito mais apelativa para mim e extremamente comovente.

Não quero, com a minha opinião, influenciar ninguém a não ler este livro. Acho que devem conhecer a autora (caso ainda não tenham lido nada dela), viver a experiência de leitura e formular a vossa própria opinião. Eu estou disposta a ler outro romance dela; assim que for possível, tentarei ler "A Ilha".

Classificação: 3/5 estrelas

domingo, 29 de julho de 2012

"O Primeiro Amor" de Sophie McKenzie [Opinião]

O Primeiro Amor é o primeiro título de uma série com a personagem Flynn.

No livro, conhecemos River e suas colegas adolescentes que vão a um casting escolar para a representação da peça Romeu e Julieta. River anseia conseguir o papel de Julieta mas, mais do que isso, deseja apaixonar-se e experimentar o amor.

Durante os ensaios, começa a apaixonar-se por Flynn, o rapaz que ficou com o papel de Romeu. À medida que o vai conhecendo, apercebe-se de que ele é um adolescente problemático, cheio de segredos e oriundo de uma família desestruturada. Será ele capaz de oferecer-lhe o amor que ela deseja?

Sophie McKenzie consegue colocar por escrito todos os medos, dúvidas, anseios, desejos e sentimentos que invadem os adolescentes durante esta fase da vida e, principalmente, durante as primeiras paixões.

A linguagem é simples e este romance é mais dirigido ao público juvenil. Mesmo assim, qualquer um de nós conseguirá identificar-se facilmente com estas personagens e recordar os seus próprios 17 anos e as dolorosas primeiras paixões.

Gostei da história que, além de ser descontraída, também se lê num instante.

Classificação: 3/5 estrelas