quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Palavras Sentidas


“Quanto mais Concha o ouvia, mais se comovia com a história dele. Era uma história parecida com a dela. E parecida com a de tantas crianças. Ele dava-lhe a mão e sorria muito, porque se sentia muito feliz ao lado dela. Ela sabia que os rapazes só sorriem muito quando estão apaixonados e, pela primeira vez, desejou que isso acontecesse.”

A rapariga que perdeu o coração
Margarida Rebelo Pinto

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