terça-feira, 2 de outubro de 2012

"Uma Noite de Amor" de Mary Balogh [Opinião]

Este romance é o primeiro volume da série "Bedwyn Prequels". Foi igualmente a minha estreia com a autora e revelo desde já que se mostrou uma grande surpresa para mim.

Neville, conde de Kilbourne, está prestes a casar-se com Lauren mas, ao invés da noiva, quem surge na igreja é Lily, a sua esposa que ele julgava morta há dois anos atrás.
Lily é uma jovem encantadora que adora a liberdade e a natureza, tendo uma personalidade completamente oposta à de Lauren que, aos olhos da sociedade, seria a esposa perfeita para Neville.
Mas Neville ama Lily e está disposto a honrar o seu compromisso e a conquistar de novo o coração da sua esposa. Por seu lado, Lily decide juntar-se à tia de Neville como sua dama de companhia e aprender as boas maneiras, de forma a adaptar-se melhor à sociedade e tornar-se numa boa condessa para Neville.

Para começar, gostei imenso de encontrar a referência a Portugal num livro internacional, mesmo que não tenha sido referido nenhum local específico.

Em relação às personagens, a minha preferida é a Lily, por ser tão diferente das típicas senhoras londrinas. Gostei do seu crescimento pessoal, do desejo de se descobrir e do seu esforço para se adaptar à sociedade e aprender a viver como uma condessa.
Lauren pareceu-me também uma personagem interessante, pela forma como reagiu ao aparecimento de Lily; acho que qualquer pessoa na sua situação reagiria com revolta, mas ela manteve-se demasiado serena. Talvez no próximo volume (dedicado à historia de Lauren) este aspeto seja um pouco mais desenvolvido.

A escrita da autora é interessante e atrativa, nada aborrecida e sem descrições exageradas. A história flui facilmente e proporciona um bom entretenimento. Além disso, existem alguns segredos acerca do passado de Lily, bem como uma pitada de perigo e suspense, deixando o leitor curioso por desvendar toda a história.

Em geral, foi um livro que me cativou e irei ficar ansiosamente à espera de ter oportunidade de ler o segundo volume, intitulado "Um Verão Inesquecível".

Classificação: 4/5 estrelas

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Livro do Mês: Agosto

Vou iniciar hoje uma nova rubrica intitulada "Livro do Mês" onde, todos os meses, consoante as minhas leituras, vou eleger o melhor livro do mês. Este livro será aquele que mais me tiver agradado em todos os aspetos e, por isso, merecerá um destaque especial na rubrica.

Hoje seria então dia de eleger o livro de setembro, mas decidi inaugurar a rubrica com o mês de agosto. Desta forma, o livro do mês de setembro será publicado dentro de alguns dias.

Agosto foi um mês extremamente rico em leituras; aproveitei para me desforrar dos meses em que não consigo ler muito e o resultado foi de 13 livros lidos. Apesar de ter lido outros livros igualmente bons, aquele que mais me conquistou foi o que apresento de seguida.

LIVRO DO MÊS



Não percam, dentro de alguns dias, o escolhido do mês de setembro!

domingo, 30 de setembro de 2012

"O Velho e o Mar" de Ernest Hemingway [Opinião]

Esta foi a minha estreia com os clássicos de Hemingway. Não estou muito habituada a ler clássicos, mas não estranhei a linguagem nem o facto de precisar de ir procurar o significado de algumas palavras com as quais me deparei ao longo da obra.

Esta é uma história pequena e simples, mas de onde surgem interpretações mais complexas. Muito resumidamente, Santiago é um velho pescador que se encontra há 84 dias sem conseguir apanhar um único peixe. No dia seguinte, ele volta ao mar e irá debater-se intensamente, durante quatro dias, com um enorme espadarte. Quando consegue finalmente capturá-lo, eis que surgem tubarões que lhe devoram praticamente todo o peixe.

Este conto aborda a força humana, a luta pela vida e a capacidade do homem sobreviver em condições extremas e para além do seu limite de forças. Aborda a luta pela concretização de objetivos, o aparecimento de obstáculos e a força necessária para os ultrapassar.

O livro está repleto de simbolismos e significados, de lições de vida, por isso considero que é uma ótima obra para ser analisada em grupo ou nas escolas.
Não sei se a classificação que lhe atribuo será a mais correta pois, como referi acima, não tenho por hábito ler muitos clássicos. No entanto, gostei da obra e tenho a certeza de que vou lembrar-me sempre deste velho que lutou até ao fim e não desistiu de proteger o seu peixe, arranjando forças onde julgava que elas já não existiam.

Classificação: 3/5 estrelas

domingo, 23 de setembro de 2012

"O Quarto de Jack" de Emma Donoghue [Opinião]

Queria muito ler este livro desde que vi a sua sinopse e comecei a ouvir falar muito bem dele.

A história é contada na voz de Jack, um menino de 5 anos, que viveu toda a sua vida fechado num quarto, com a mãe. Para ele, o Quarto é o seu mundo e é lá que ele e a mãe comem, dormem, brincam a aprendem.
O que Jack não sabe é que este quarto onde se sente tão protegido é também uma prisão onde a mãe tem sido mantida contra a sua vontade, desde que foi raptada aos 19 anos.

No início, estranhei um pouco a forma como este livro está escrito. Nunca tinha lido nada contado na perspetiva de uma criança, pelo que torci um pouco o nariz nas primeiras páginas. No entanto, todos aqueles diálogos tornam a leitura muito agradável e envolvente para o leitor, apesar de se tratar de um tema impressionante, como o rapto e a violação.

Jack dá-nos a conhecer as rotinas que existem na sua vida diária, todos os objetos do Quarto, assim como todos os seus pensamentos acerca de tudo o que acontece. Os relatos desta criança são convincentes e de uma inocência maravilhosa. Dei comigo várias vezes ora a sorrir, ora a rir à gargalhada com algumas das situações contadas pelo Jack; outras vezes senti uma lagriminha teimosa no canto do olho e uma vontade imensa de abraçar o menino.

A melhor parte do livro foi, na minha opinião, a tentativa de fuga do Quarto, que decorre de forma veloz e com algum suspense. Depois, seguiu-se a adaptação de Jack à vida no Espaço Lá Fora e acompanhamos as suas aventuras quando vê o mundo pela primeira vez. É difícil e confuso para ele, pois tudo aquilo que ele acreditava ser ficção, de repente é real.

O amor que une o Jack e a mãe é imenso e muito ternurento, e é mais um dos ingredientes que torna esta história tão especial.

Este meu primeiro contacto com a autora foi muito satisfatório; gostei imenso desta história e tenho a certeza de que me vou lembrar do Jack por muito mais tempo.

Classificação: 4/5 estrelas

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

"Uma Aposta Perversa" de Emma Wildes [Opinião]

Este segundo romance que leio da autora Emma Wildes correspondeu totalmente às minhas expetativas e ainda gostei mais dele do que do anterior que li, "Um Erro Inconfessável".

A história passa-se em 1812 e começa com uma aposta escandalosa, feita num momento menos sóbrio, pelos dois mais famosos libertinos de Londres Nicholas Manning, duque de Rothay, e Derek Drake, conde de Manderville. Esta competição tem como objetivo decidir qual dos dois é o melhor amante.
Lady Caroline Wynn é uma viúva com uma reputação de gelo que aceita tornar-se a juiza desta aposta apenas em troca de total discrição.

E é assim que se inicia este romance que me encantou, me divertiu e me fez sorrir por várias vezes. A escrita de Emma é ótima, o que torna este livro muito atraente e de leitura fácil. Logo desde o início, senti-me embrenhada na história e com muita curiosidade sobre os acontecimentos seguintes.

Os dois libertinos são personagens fascinantes e gostei especialmente de conhecer o passado de Nicholas e descobrir como ele se tornou neste conquistador. Já o passado de Derek não foi muito abordado e fiquei com a sensação de que não consegui conhecer tão bem esta personagem.

Este romance envolve dois casos amorosos, com muita paixão e sensualidade. As cenas de amor são deliciosas e adoro-as (tal como já tem sido hábito neste género de romances)!

É um bom livro que proporciona horas de entretenimento e descontração. Gostei mesmo muito e vou continuar a ler os romances desta autora!

Classificação: 4/5 estrelas

sábado, 15 de setembro de 2012

"Tudo se Perdoa por Amor" de Patricia Scanlan [Opinião]

Esta foi a minha estreia com Patricia Scanlan, autora irlandesa que tem sido bastante aclamada pelo público.

Debbie Adams está noiva de Bryan Kinsella e apenas tem a certeza de uma coisa: não quer o pai, a madrasta e a filha de ambos no casamento.
Para Connie, mãe de Debbie, a organização deste casamento também não será fácil, visto que terá de fazer os possíveis para melhorar a relação de Debbie com o pai.
Com tantas tensões familiares, poderá este casamento correr conforme o planeado?

Comecei este romance com expetativas bastante elevadas e desde logo me intriguei acerca das suas 500 páginas, receando que um livro tão extenso só a girar à volta da temática do casamento se pudesse tornar aborrecido.

Na verdade, a escrita de Patricia Scanlan é muito simples e bastante fluída, o que não torna a leitura maçadora. É um romance bastante agradável, que entretém e proporciona bons momentos para relaxar.

O livro gira em torno de relações familiares, durante a organização de um casamento. À medida que o dia se vai aproximando, todas as personagens vão sentindo tensão, dúvidas, inseguranças e vão analisando o passado das suas vidas. Este romance aborda também a capacidade de perdoar, de seguir em frente e dar uma nova oportunidade às pessoas que já nos magoaram no passado.

Relativamente às personagens, este livro apresenta-nos uma grande variedade de personalidades. Quero destacar o Bryan, o típico menino mimado, que me irritou por várias vezes neste romance (estou curiosa para ver como ele vai enfrentar o casamento, no próximo volume); e a Aimee, madrasta de Debbie, uma mulher cuja prioridade na vida é o trabalho; é muito bem sucedida profissionalmente mas a nível pessoal acaba por afastar todas as pessoas.

Gostei muito da história secundária que acompanhamos neste romance: a de Judith Baxter, chefe de Debbie. É uma mulher amargurada, que dedicou toda a sua vida a tomar conta da mãe e viu-se, desta forma, privada de ter uma vida independente e constituir a sua própria família. Esta foi a personagem que mais me deixou a pensar.

Para terminar, devo dizer que este romance não me deixou especialmente eufórica, mas espero poder ler o seguinte, "Felizes para Sempre", e continuar a acompanhar a vida destas personagens.

Classificação: 3/5 estrelas

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Próximas leituras #7

Estes foram os livros que trouxe da biblioteca itinerante na semana passada. Tive sorte nos títulos que encontrei e o difícil foi mesmo escolher. Felizmente, o prazo de entrega não é tão rigoroso e não preciso de lê-los com tanta urgência (tenho outros emprestados que preciso de ler primeiro).

sábado, 8 de setembro de 2012

"Uma Noite em Nova Iorque" de Tiago Rebelo [Opinião]

Este foi o segundo livro que li do Tiago Rebelo, tendo-me estreado com o romance "Uma Questão de Confiança".

Já habituada à sua escrita simples, gostei de dedicar algumas horas a uma leitura descontraída, que me ajudou a descansar da minha última leitura mais extensa.

A sinopse deste livro é demasiado reveladora (grande demais para um livro tão pequeno), por isso aconselho a que não a leiam antes de iniciar o livro.
Neste romance, conhecemos uma grande variedade de personagens que formam triângulos amorosos e cujas vidas, a certa altura, se vão cruzar e influenciar. À medida que conhecemos o passado das personagens e das suas relações, assistimos à sua escolha entre permanecer num relacionamento que já não lhes traz felicidade e correr atrás de uma nova paixão, mesmo que esta possa ser incerta.

É um livro que, apesar de não trazer nada de novo, oferece uma mensagem de esperança e deixou-me com um sorriso nos lábios.

Vou continuar a ler os livros deste autor e tenho especial curiosidade em conhecer os dois que a crítica afirma serem os seus enormes sucessos, como "O Último Ano em Luanda" e "O Tempo dos Amores Perfeitos".

Classificação: 3/5 estrelas

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

"O Regresso" de Victoria Hislop [Opinião]

Tinha imensas expetativas em relação a esta autora, que tem sido muito acarinhada e recebido críticas muito positivas aos seus livros. As pessoas com quem troquei ideias disseram-me que o melhor livro dela era "A Ilha", mas foi por este que comecei.

"O Regresso" conta-nos, paralelamente, duas histórias. A primeira passa-se em 2001, em Granada, quando Sonia Cameron vai passar uns dias a esta cidade para ter aulas de dança. Pouco depois, as conversas com o dono de um sossegado café e algumas fotografias antigas levam-na a querer conhecer a história da devastadora Guerra Civil Espanhola.
A segunda história decorre 60 anos antes, quando o café era a casa da família Ramirez. Em 1936, um golpe militar liderado pelo General Franco leva a uma guerra civil que acabou por destruir todo o país. É-nos dada a conhecer toda a história desta família dividida pela política e pela tragédia.

Desde já, devo dizer que achei este livro bastante difícil de ler e poucas vezes ele me conseguiu cativar. Uma grande parte do livro é dedicada à descrição da guerra espanhola, portanto são apresentados bastante factos históricos. A narrativa é densa, tem muita informação que não se assimila facilmente, daí que se torne cansativo ler vários capítulos seguidos.

As descrições da guerra e da política foram as mais maçadoras para mim. No entanto, comecei a sentir-me afeiçoada pelas personagens da família Ramirez e, apesar de esforço que a leitura requeria, continuei a virar as páginas para conhecer o final da história.

Dou os parabéns à autora pela vasta pesquisa que fez para a criação desta obra. Além de aspetos relacionados com a guerra, neste livro encontramos também bastantes descrições das danças espanholas, das touradas e da própria cultura do país.

A minha esperança de que o livro haveria de melhorar acabou por se concretizar na parte final (sensivelmente as últimas 100 páginas), que se revelou muito mais apelativa para mim e extremamente comovente.

Não quero, com a minha opinião, influenciar ninguém a não ler este livro. Acho que devem conhecer a autora (caso ainda não tenham lido nada dela), viver a experiência de leitura e formular a vossa própria opinião. Eu estou disposta a ler outro romance dela; assim que for possível, tentarei ler "A Ilha".

Classificação: 3/5 estrelas

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

"Casada com um Desconhecido" de Patricia MacDonald [Opinião]

Esta autora chamou a minha atenção quando li uma opinião de um dos seus livros. Assim que chegou a oportunidade, não hesitei em trazer comigo este livro da biblioteca.

Emma Hollis é uma psicóloga que trabalha num centro de crise para adolescentes. Além de amar o seu trabalho, está também apaixonada por David Webster, um jornalista sedutor que conheceu há pouco tempo.
Após engravidar, Emma e David casam rapidamente e vão passar um fim de semana numa cabana rústica nos montes isolados de New Jersey. E é aqui que começam os problemas.
Enquanto David vai cortar lenha para a lareira, um atacante mascarado, empunhando um machado, aproxima-se de Emma, com o objetivo de a matar.

Tudo isto acontece rapidamente nos primeiros capítulos. Após este brutal ataque, Emma é levada para o hospital e David é considerado o principal suspeito. Ela recusa-se a acreditar que o seu marido a quisesse morta, mas a verdade é que não o conhece assim tão bem. E nós também não, pelo que começamos a desconfiar dele.

Enquanto Emma se sente apavorada em ficar sozinha, ela e a polícia vão descobrindo pormenores intrigantes que não abonam nada a favor de David, como segredos e mentiras.
Entretanto, surge outro possível suspeito relacionado com o trabalho de Emma, o que se torna também bastante interessante.

Este livro oferece muito suspense e alguns momentos assustadores. Criei bastante empatia com Emma, devido ao facto de ser psicóloga e eu também estar nessa área. Por várias vezes, senti o medo dela, quando ficava sozinha em casa e se aterrorizava só de ouvir uma porta bater. E, nesses momentos, dava comigo agarrada ao livro, na ânsia de descobrir mais.

Passei praticamente todo o livro a desconfiar do marido dela. Não sabia nada acerca dele, as mentiras iam surgindo e o homem parecia-me um grande sonso. Mas seria ou não ele o atacante de Emma?

Gostei muito da escrita de Patricia MacDonald, intrigante e que proporciona uma leitura compulsiva. O final é surpreendente e estava totalmente longe das minhas teorias. O meu jeito para detetive é praticamente nulo mas nunca na vida eu teria desvendado este caso.

Só acho que no fim ficaram por explicar alguns pormenores; eu deduzi que eles tivessem acontecido de determinada forma mas, como não foram explicados, ainda estou na dúvida.

Esta é uma leitura que recomendo aos amantes de policiais e vou certamente procurar mais livros da autora!

Classificação: 4/5 estrelas

domingo, 2 de setembro de 2012

Próximas leituras #6

E já estão aqui em casa estes dois livros emprestados que irão ser lidos brevemente!

sábado, 1 de setembro de 2012

"Um Erro Inconfessável" de Emma Wildes [Opinião]

"Um Erro Inconfessável" é o segundo volume de uma série de três livros, intitulada "Notorious Bachelors", e foi a minha estreia com a autora.

O romance passa-se em 1816, na alta sociedade londrina. A jovem viúva Madeline May encontra-se em apuros e pede ajuda ao homem que mais despreza, Luke Daudet, um visconde muito mal-afamado.
Luke e Madeline viveram uma noite de paixão há um ano atrás e, desde aí, Luke prometeu que não voltaria a entrar na vida dela. No entanto, quando vai em seu auxílio, Luke sente novamente a atração física que os une e reconhece que não conseguirá manter-se afastado...

Emma Wildes apresenta um estilo muito semelhante ao de Madeline Hunter, uma autora já muito querida para mim. Desta forma, não foi nada difícil adaptar-me à escrita de Emma, sempre muito fluida, atraente e com os acontecimentos a iniciarem-se com rapidez logo desde o primeiro capítulo.

A história de Luke e Madeline envolve segredos, intrigas, espiões, um diário íntimo desaparecido e, claro, muita paixão e sensualidade. Confesso que adoro ler as cenas de amor entre os protagonistas.
A ligação de Madeline com Luke causa muitos mexericos na sociedade, que está sempre atenta, à espera de escândalos. [Isto fez-me pensar várias vezes durante a leitura que não seria capaz de viver nesta época, pois os mexericos irritam-me!]

Ao longo do livro, vamos também acompanhando a história de Miles e Elizabeth, dois amigos de infância que, agora adultos, descobrem que aquilo que os une é mais que companheirismo e amizade. Graças a este segundo par romântico, o livro torna-se duplamente delicioso.

Fiquei muito contente por conhecer mais esta nova autora e vou continuar, com todo o gosto, a acompanhar as suas obras.

Classificação: 4/5 estrelas