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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Palavras Sentidas


«As bibliotecas sempre tinham sido o meu lugar de eleição, um sítio para visitar e desaparecer; para fugir e simplesmente "ser".»


O Meu Outro Marido
Dorothy Koomson

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

«O Meu Outro Marido» de Dorothy Koomson [Opinião]

 
«O suspense atingiu um novo nível.»
Black Girls Book Club
 
Gosto muito de ler Dorothy Koomson e fico sempre entusiasmada quando ela lança um novo thriller. O seu trabalho anterior, Eu Sei o Que Vocês Fizeram, não me encheu as medidas, por isso foi com muita satisfação que dei as boas-vindas a este novo thriller.

O Meu Outro Marido oferece-nos uma premissa incrível: uma mulher está a ser acusada de homicídio e não pode provar a sua inocência; para isso, teria de revelar a verdade sobre o seu outro marido.

Desta forma, vamos conhecer Cleo, uma romancista bestseller e também argumentista de uma série de grande sucesso.
 
Cleo decidiu afastar-se de tudo na sua vida, incluindo do seu marido, Wallace, de quem se quer divorciar.
É aqui que a narrativa se inicia e a ação vai alternando entre presente e passado. O passado é muito importante para percebermos como é que a Cleo chegou ao momento presente.
 
Diria que a primeira metade do livro é calminha, ainda sem contornos de thriller. Mais para a frente, conforme vão surgindo algumas revelações surpreendentes, a história ganha um novo ritmo, tornando-se de leitura compulsiva.

Dorothy criou uma teia complexa de mentiras envolvendo a nossa protagonista. Tudo se complica quando começam a ser cometidos homicídios baseados na série televisiva escrita por Cleo e ela parece ser a principal suspeita. Mas será mesmo?

O Meu Outro Marido surpreendeu-me por completo, prendeu-me às suas páginas e ofereceu-me momentos de grande tensão. Foi uma leitura mesmo boa, que só mostra o grande talento de Dorothy Koomson a navegar entre géneros literários diferentes.
Recomendo vivamente esta leitura e só posso ficar à espera do próximo trabalho da autora.

Classificação: 4/5 estrelas

quarta-feira, 14 de setembro de 2022

Palavras Sentidas


«Quando as coisas acontecem à nossa porta, tornam-se demasiado reais para nos distanciarmos delas.»


Eu Sei o Que Vocês Fizeram
Dorothy Koomson

quarta-feira, 6 de julho de 2022

Palavras Sentidas


«Quando duas pessoas se amam, não imaginam que o que os vai desgastar é o facto de terem de voltar a conhecer-se, reaprender a viver e a passar tempo um com o outro, de cada vez que passam dez dias juntos.»


Eu Sei o Que Vocês Fizeram
Dorothy Koomson

sexta-feira, 22 de abril de 2022

«Eu Sei o Que Vocês Fizeram» de Dorothy Koomson [Opinião]


«Um thriller psicológico instantaneamente envolvente.»
Daily Telegraph

Tenho gostado imenso de ver Dorothy Koomson a explorar a sua vertente mais direcionada para os thrillers, não fosse este o meu género literário preferido.

Eu Sei o Que Vocês Fizeram despertou-me a curiosidade assim que soube do seu lançamento em Portugal.
A premissa é muito boa e tinha tudo para dar certo.
Imagina que chega às tuas mãos um diário que revela os segredos de todos os teus vizinhos. A mulher que o escreveu foi violentamente atacada e encontra-se às portas da morte. O que farias? Entregarias o diário à polícia? Ou tentarias descobrir quem a atacou?

Iniciei este livro com grandes expetativas e esperança de me surpreender. O início prendeu-me e, ao mesmo tempo, deixou-me um pouco confusa. São-nos apresentadas várias personagens e vamos acompanhando o ponto da vista de cada uma. Precisei de algum tempo até ser capaz de identificar quem era quem.

Fui avançando na leitura, mas sentia que não me estava a cativar o suficiente, não me prendia nem me deixava em ânsias de descobrir tudo como um bom thriller consegue fazer. Atribuí isso à possibilidade de me sentir ainda ressacada da minha leitura anterior. Porém, esta falta de algo que me cativasse manteve-se quase até ao final.

No geral, não gostei propriamente de nenhuma personagem, excetuando talvez a Rae, com quem me identifiquei um pouco. Achei que estava bem caracterizada e gostei especialmente que fosse uma personagem com problemas que se intensificaram devido à pandemia e ao confinamento.

A minha única motivação para ler o livro até ao fim foi descobrir quem atacara a dona do diário. Esse mistério acabou por conseguir manter-me curiosa ao longo da leitura. As últimas cem páginas acabaram por valer um pouco mais a pena e adorei a reviravolta final.

Apesar de tudo, acho que faltou qualquer coisa a este livro para ele funcionar comigo.

Eu Sei o Que Vocês Fizeram é um thriller que aborda aquilo que somos capazes de fazer para proteger quem amamos. A restante temática acaba por ser um pouco baseada na coscuvilhice, uma vez que toda a história se centra numa mulher que se dedicou a investigar todos os seus vizinhos e a descobrir os seus podres.
Todos podemos ter segredos, todos podemos ter algo no passado de que não nos orgulhamos, mas ninguém tem o direito de se intrometer na nossa vida e revelar os nossos segredos. Creio que o ensinamento que podemos retirar daqui é que, apesar de sermos naturalmente curiosos, devíamos aprender a respeitar um pouco mais os outros.

Embora não me tenha cativado tanto como outros livros da autora, não deixo de recomendar a sua leitura. Outros leitores poderão certamente apreciar esta história de forma diferente.

Classificação: 3/5 estrelas

quarta-feira, 14 de abril de 2021

Palavras Sentidas


"Lembro-me de pensar que, por vezes, um amigo tem de nos chamar à atenção, de levantar um espelho à nossa frente para nos mostrar a imagem que os outros têm de nós. Os amigos existem para dominar os nossos piores traços, estão lá para trazer à superfície o que temos de melhor."


A Amiga
Dorothy Koomson

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Palavras Sentidas


"[...] é essa a função dos pais, não é? Contribuir para a felicidade dos filhos sempre que podem. E quando não podem, devem, pelo menos, fazer o possível para mitigar uma má situação."


A Amiga
Dorothy Koomson

sábado, 9 de janeiro de 2021

"A Amiga", de Dorothy Koomson [Opinião]


A Amiga é a história de cinco mulheres. Yvonne, uma das mães mais populares de uma escola privada em Brighton, foi brutalmente atacada e deixada às portas da morte. Semanas depois, Cece muda-se para aquela localidade e encontra tensão e nervosismo na escola onde acabou de matricular os filhos.
 
Mais tarde, conhece Maxie, Hazel e Anaya, três mulheres que a ajudam a ambientar-se e a não se sentir sozinha. Mas elas eram também amigas de Yvonne e a polícia desconfia que uma delas poderá estar envolvida no crime.

Dorothy Koomson traz-nos uma história que nos faz refletir sobre o que é a amizade e de que forma a vemos: como um sentimento genuíno ou como algo que nos pode ajudar a retirar proveito próprio em situações que não alcançaríamos sozinhos.

Aprecio sempre bastante as personagens que a autora constrói. São personagens com as suas fragilidades, os seus medos, os seus problemas, os seus segredos, e por isso parecem muito reais.

Senti algumas dificuldades no início, uma vez que vamos acompanhando as perspetivas da Cece e das três amigas, enquanto também vamos conhecendo Yvonne através das memórias destas mulheres. Foi um início mais lento por serem muitas mulheres, todas casadas, com filhos, com histórias diferentes e, nas primeiras cem páginas, foi complicado distingui-las.

[Fotografia da minha autoria]

Entretanto, comecei a saber quem era quem e tudo mudou. A história ganhou um novo ritmo e vi-me desejosa de descobrir os segredos que Maxie, Anaya e Hazel guardavam. São todas mulheres com histórias de vida complicadas e com uma parte da sua vida que desejam manter escondida a todo o custo.
Mas o que seria assim tão terrível, e o que lhes teria feito Yvonne, para que uma delas a pudesse ter atacado quase até à morte?

A autora aborda ainda a temática do racismo (que é muito comum nos seus livros) e fala da falta de comunicação que por vezes afeta os casais e que promove desentendimentos durante anos e anos.

No final temos um gostinho de thriller, à medida que Cece se aproxima da verdade e tanto ela como os seus filhos podem ficar em perigo. Os últimos capítulos são muito empolgantes e adoro a conjugação que a autora faz entre romance e thriller.

Não foi o meu livro preferido da autora, mas sem dúvida que consta entre os preferidos e cuja história serei capaz de recordar. Fica a vontade imensa de continuar a descobrir os trabalhos desta escritora!

Classificação: 4/5 estrelas

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Palavras Sentidas


"Como descobri recentemente, podemos pensar que queremos saber certas coisas, mas quando vimos a descobri-las, mudam-nos. Perseguem-nos. Ficamos parados no tempo, obcecados por um passado que não podemos alterar, e enquanto isso o mundo não para, continua a avançar rumo ao futuro."

Vidas Adiadas
Dorothy Koomson

sábado, 1 de agosto de 2020

"Vidas Adiadas" de Dorothy Koomson [Opinião]


Vidas Adiadas é o mais recente trabalho de Dorothy Koomson. Dez anos depois, ela regressa com Poppy e Serena, as protagonistas de Um Erro Inocente.

Tratando-se de uma sequela, é fundamental que leiam o Um Erro Incente para conhecerem toda a história das Meninas do Gelado e poderem tirar o melhor proveito deste novo romance.

Eu li-o em 2015 e, uma vez que guardava poucas recordações e não queria estar a lê-lo de novo, encontrei uma leitora no instagram que o leu recentemente e se dispôs a fazer-me um pequeno resumo do final do livro e de como tinha ficado a vida das personagens.
Isso ajudou-me bastante a entrar na história. Além disso, há neste livro imensas referências ao livro anterior, pelo que a nossa memória está constantemente a ser refrescada.

Ler Vidas Adiadas foi o reencontro com duas personagens muito queridas. Poppy e Serena passaram por verdadeiros tormentos e adorei ver como prosseguiram as suas vidas dez anos após os acontecimentos do primeiro livro.

Além das perspectivas de Poppy e Serena, este livro traz-nos uma nova personagem principal: Verity, a filha de Serena. Assim, temos uma narrativa contada a três vozes, com acontecimentos que vão interligar as três mulheres e o passado das duas mais velhas.

[Fotografia da minha autoria]

Simpatizei de imediato com a Verity e com a sua personalidade. Confesso que adorei a forma como a autora iniciou o livro. Assim que li o primeiro capítulo da Verity, pensei "isto não vai correr nada bem" e, de facto, não correu.

Em Vidas Adiadas temos mentiras. Muitas mentiras. Verity mente, Serena mente desde sempre e Poppy vive ainda assombrada pelas mentiras. Assistimos à forma como as vidas de todos os envolvidos vão voltar a desmoronar-se devido às mentiras.

Com o talento a que a autora já nos habituou, neste novo romance, cujo título original — All my lies are true — me agrada muito mais do que o título português, poderemos encontrar uma dose bem generosa de dramas familiares, conjugada com a temática das relações abusivas e de como a justiça nem sempre é justa. Temos romance, mentiras e imensas reviravoltas.

O livro é extremamente bom, está estruturado de forma muito inteligente, cativando-nos e fazendo-nos desconfiar de tudo e de todos. No final, as personagens acabam por receber o consolo de que necessitavam para prosseguir de vez com as suas vidas, sem mais assombrações do passado, e quero acreditar que elas desta vez vão conseguir.
Uma sequela incrível e imperdível do romance Um Erro Inocente. Não deixem de ler!

Classificação: 4/5 estrelas

Nota: Este livro foi-me disponibilizado pela editora em troca de uma opinião honesta.

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Palavras Sentidas


"O passado define-nos, mas é quase sempre o instrumento da nossa destruição, se não o ultrapassarmos."

Conta-me o Teu Segredo
Dorothy Koomson

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Palavras Sentidas


"O problema de se tentar obter o perdão de alguém que magoámos é estarmos a magoar de novo a pessoa, ao exigirmos mais dela. Se lamentas, diz que lamentas, pede desculpa, diz-lhe que percebeste a enormidade que cometeste, que não voltarás a fazê-lo, mas deixa as coisas por aí. Não esperes mais nada da pessoa. Não lhe exijas que te diga que te perdoa só para te sentires melhor. Não esperes que ultrapasse a coisa tão depressa como tu queres nem que pondere no assunto. (...) Deixa que seja a pessoa a decidir se te perdoa ou não."

Conta-me o Teu Segredo
Dorothy Koomson

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Palavras Sentidas


"Conseguia ficar horas a olhar para o mar. Está sempre a mudar, mas, ao mesmo tempo, mantém-se constante. Por vezes, ficava de costas para o mar só para o poder cheirar, ouvir e sentir as deslocações de ar."

Conta-me o Teu Segredo
Dorothy Koomson

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Palavras Sentidas


"Consegue ver-se tudo nos olhos de uma pessoa: as qualidades, os defeitos, a dor, as verdades e as mentiras. E a outra pessoa consegue ver o mesmo em nós."

Conta-me o Teu Segredo
Dorothy Koomson

terça-feira, 19 de novembro de 2019

"Conta-me o Teu Segredo" de Dorothy Koomson [Opinião]


Fiquei curiosa com esta novidade da Dorothy Koomson assim que a capa portuguesa foi divulgada. Gosto imenso dos livros da autora, mas tenho adorado principalmente a sua vertente mais direcionada para o thriller, ou não fosse este o meu género de eleição.

Neste romance encontramos duas personagens principais ligadas pelo mesmo homem: "O Assassino da Venda".
Pieta, há 10 anos, foi raptada por ele e conseguiu sobreviver a um fim de semana de abusos e maltratos. Nunca contou o seu segredo a ninguém, decidindo prosseguir com a sua vida como se nada tivesse acontecido.
Jody é polícia e, 15 anos antes, cometeu um erro que permitiu que esse criminoso continuasse em liberdade. Quando descobre que Pieta sobreviveu a um ataque desse homem, percebe que talvez tenha encontrado uma forma de finalmente o apanhar.

Se quiseres sobreviver, este fim de semana... terás de fazer apenas uma coisa: ficar de olhos fechados...
Esta é a frase de abertura do livro e também uma das primeiras frases que o assassino diz às suas vítimas. Uma frase arrepiante, que me deixou imediatamente presa à história.

[Fotografia da minha autoria]

A narrativa vai alternando entre Pieta e Jody, permitindo-nos acompanhar a perspetiva destas duas mulheres. Achei-as muito diferentes e incrivelmente bem caracterizadas. Por um lado, temos uma polícia que nunca se perdoou pelo seu erro e que está disposta a tudo para apanhar o assassino. Por outro, temos aquela que foi vítima e que, sabe-se lá como, arranjou forma de prosseguir com a sua vida.

Como é se que continua com a vida normal depois de se ser raptada e violada incontáveis vezes? Como é que se vive após um momento de tamanho terror?

A autora, com todo o seu talento, coloca-nos na pele destas duas personagens, fazendo-nos compreender os seus pensamentos, os medos e os receios, nomeadamente como se sente uma vítima quando o seu mundo organizado a muito custo está prestes a ser novamente abalado.

"Conta-me o Teu Segredo" é um thriller que aborda temas como a violação, o aborto, o bullying, a vingança e o racismo. Os capítulos pequenos e com uma boa dose de suspense transformam este livro numa leitura prazerosa e viciante, fazendo com que se torne muito difícil de pousar.
O final é surpreendente e angustiante, tendo-me mexido com as emoções ao ponto de me deixar vários dias a pensar na história.

Dorothy Koomson volta a surpreender. Uma leitura que recomendo sem reservas!

Classificação: 5/5 estrelas

Nota: Este livro foi-me disponibilizado pela editora em troca de uma opinião honesta.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Palavras Sentidas


"Eu conheço o pânico.
Sei como nos altera. Como nos impede de pensar e de sentir convenientemente. Como distorce emoções insignificantes, conferindo-lhes proporções gigantescas, como transforma o ar que respiramos numa gaiola de arame farpado que nos mutila o próprio ser."

A Sereia de Brighton
Dorothy Koomson

terça-feira, 23 de julho de 2019

"A Sereia de Brighton" de Dorothy Koomson [Opinião]


Ler Dorothy Koomson é ter a certeza de que irei encontrar uma história cativante e envolvente.
E foi isso mesmo que aconteceu com este romance, que é já o oitavo que leio da autora.

Esta história começa em 1993, quando as adolescentes Nell e Jude descobrem o corpo de uma jovem abandonada na praia. Como ninguém consegue identificar esta vítima, ela passa a ser conhecida como A Sereia de Brighton.
Três semanas mais tarde, Jude desaparece e Nell fica ainda mais desamparada.

A narrativa vai alternando entre passado e presente. Nell, atormentada pelo passado, decide pedir uma licença no emprego para se dedicar unicamente a descobrir o que realmente aconteceu naquele fatídico verão, 25 anos antes.

Senti-me agarrada a este mistério logo desde os primeiros capítulos. Estes são curtos e, devido à alternância temporal, tornam-se muito apelativos e de leitura rápida. Eu gosto imenso de livros que nos fazem viajar entre o presente e o passado.

[Fotografia da minha autoria]

Gostei bastante da Nell, apesar da sua personalidade peculiar. Tanto ela como a irmã Macy foram muito afetadas pelo que sucedeu à sua família durante a adolescência e isso está bem patente na forma como elas se comportam na vida adulta. Nell é reservada e tem dificuldade em se abrir com as pessoas que lhe são próximas. Macy tem uma grande necessidade de ter a vida controlada, acabando por desenvolver um distúrbio obcessivo-compulsivo nos momentos de mais stress.

A autora é conhecida pelas suas histórias carregadas de drama, contudo, ultimamente tem vindo a adicionar-lhes um toque de mistério, o que me agrada sobremaneira, uma vez que o meu género atual de eleição é o thriller.

Um tema que adorei ver abordado neste livro foi o tema do DNA e das árvores genealógicas. Confesso que é algo que me desperta bastante curiosidade. São ainda abordadas as temáticas do racismo, preconceitos e problemas sociais, temas estes que são comuns praticamente a todos os seus romances.

A autora soube dosear muito bem o mistério e, a certa altura, começou a lançar as bombas e já não fui capaz de parar de ler. O final trouxe-me ainda umas lágrimas aos olhos.

Uma leitura que recomendo vivamente. Se por acaso ainda não leram nenhum livro da autora, deviam mesmo dar-lhe uma oportunidade!

Classificação: 5/5 estrelas

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Palavras Sentidas


"Com o amor, às vezes, há uma surpresa ao virar de cada esquina, uma oportunidade de crescer, aprender e descobrir que, afinal, somos perfeitos tal como somos."

Os Muitos Nomes do Amor
Dorothy Koomson

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Palavras Sentidas


"Todos os pais mentem, mas rezam para que nunca saibamos a verdade sobre as omissões estampadas no tecido das suas personalidades, manchas indeléveis que lhes recordam que antes de serem pais eram seres humanos e, como tal, cometiam erros."

Os Muitos Nomes do Amor
Dorothy Koomson

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Palavras Sentidas


"As fotografias são como momentos cristalizados da nossa história que não podemos simplesmente refrescar para encontrar o melhor ângulo, para procurar uma versão mais de acordo com as nossas sensibilidades. Uma fotografia tem o poder de nos abrir os olhos para as nossas virtudes e imperfeições num dado momento."

Os Muitos Nomes do Amor
Dorothy Koomson