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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Palavras Sentidas


"Com o amor, às vezes, há uma surpresa ao virar de cada esquina, uma oportunidade de crescer, aprender e descobrir que, afinal, somos perfeitos tal como somos."

Os Muitos Nomes do Amor
Dorothy Koomson

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Palavras Sentidas


"Todos os pais mentem, mas rezam para que nunca saibamos a verdade sobre as omissões estampadas no tecido das suas personalidades, manchas indeléveis que lhes recordam que antes de serem pais eram seres humanos e, como tal, cometiam erros."

Os Muitos Nomes do Amor
Dorothy Koomson

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Palavras Sentidas


"As fotografias são como momentos cristalizados da nossa história que não podemos simplesmente refrescar para encontrar o melhor ângulo, para procurar uma versão mais de acordo com as nossas sensibilidades. Uma fotografia tem o poder de nos abrir os olhos para as nossas virtudes e imperfeições num dado momento."

Os Muitos Nomes do Amor
Dorothy Koomson

sábado, 12 de maio de 2018

"Os Muitos Nomes do Amor" de Dorothy Koomson [Opinião]

De vez em quando gosto de pegar num romance de Dorothy Koomson, pois é uma daquelas leituras que nos dá realmente prazer. Este foi-me emprestado pela Silvana, no âmbito do projeto Empréstimo Surpresa.

Os Muitos Nomes do Amor aborda o tema da adoção, contando-nos a história de Clemency Smittson que foi adotada em bebé e a única lembrança que tem da sua mãe biológica é um berço de papel decorado com borboletas pintadas à mão.
Após uma grave traição, Smitty decide mudar de vida e voltar a Brighton, a cidade onde nasceu. Contudo, não imagina que é lá que vai descobrir a verdadeira história dos seus pais biológicos.

Além do tema da adoção, este interessante romance aborda outros temas, tais como a família, a traição, o racismo, a vida e a morte, a eutanásia e os recomeços.


Gostei muito de conhecer Clemency e a sua força, tendo em conta tudo o que lhe aconteceu. A autora mostrou muito bem todas as inseguranças, as dúvidas e curiosidades que certamente todas as pessoas adotadas vivenciam. Foi muito interessante conhecer as duas famílias de Clemency e ver como ela interagia com cada uma delas.

Gostei imenso do Tyler e estava a adorar a sua relação com Clemency, mas acabei por me sentir frustrada com o triângulo amoroso e a resolução que a autora lhe deu. Senti que o Tyler teve pouca importância e só serviu para conhecermos melhor Seth, e provavelmente teria sido tudo igual se ele não existisse nesta história.
Em contrapartida, adorei o papel da Nancy, embora me tenha sentido indignada com todas as maldades que ela fez a Clemency.

Este não foi um dos romances da autora que mais me prendeu, embora não saiba muito bem explicar a razão. Senti-me cativada pela história e apreciei até aquele bocadinho de suspense no final, mas não foi uma leitura que me tenha arrebatado.

O final acabou por ser pouco entusiasmante, se compararmos com o que a autora já nos presenteou em outros dos seus romances. Parece-me que ficou um bocado em aberto, com um final ainda pouco estável para Clemency.

Em conclusão, não foi o livro que mais me apaixonou, mas pretendo continuar a explorar com grande entusiasmo outros trabalhos da autora.

Classificação: 3/5 estrelas

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Palavras Sentidas


"A dor não desaparece, mas torna-se mais fácil viver com ela. Deixa de ser algo que ameaça consumir-nos a qualquer momento, dia após dia. Atenua-se um pouco."

Os Aromas do Amor
Dorothy Koomson

terça-feira, 4 de abril de 2017

"Os Aromas do Amor" de Dorothy Koomson [Opinião]


Este livro estava na minha estante há mais de um ano e finalmente achei que seria ótimo voltar aos romances de Dorothy Koomson.

Em Os Aromas do Amor conhecemos Saffron, uma mulher que viu a sua vida mudar de um dia para o outro com a morte do marido. Joel foi assassinado e o culpado nunca foi descoberto.
Passados 18 meses, a vida de Saffron recuperou alguma normalidade, até que uma revelação chocante vem abalar a sua relação com a filha de 14 anos. Ao mesmo tempo, começa também a receber cartas misteriosas que lançam novas pistas sobre a morte de Joel.

O romance cativou-me desde o início com o que a filha de Saffron revelou, e mais tarde, vi a minha curiosidade mais espicaçada com o mistério que a autora criou à volta do homicídio de Joel.

A autora misturou ingredientes tais como a dor pela morte de um ente querido, as complicações da adolescência, amor e bastante suspense. Enquanto assistimos às dificuldades da vida presente de Saffron, recebemos alguns vislumbres das alegrias que ela vivenciou no passado e tomamos conhecimento dos seus receios em relação ao futuro.

Relativamente às personagens, gostei muito do Joel, uma personagem muito importante no enredo; e diverti-me imenso com as peripécias da tia Betty. De resto, mais nenhuma personagem me ficou assim marcada de forma mais especial.

Não sei o que faltou neste livro, mas a verdade é que não me prendeu como outros que já li da autora. Cativou-me bastante no início, mas a certa altura senti que se estava a tornar bastante previsível. Conhecemos desde cedo a identidade do assassino do Joel, o que faz com que o mistério acabe por perder alguma da sua força, embora Saffron esteja em perigo e receba ameaças constantes.

Não gostei muito da forma como a autora resolveu a situação da filha de Saffron; senti que, como não eram capazes de tomar uma decisão, a autora escolheu um desfecho mais rápido.

No geral, foi uma leitura com bastante drama, como eu gosto, mas não o suficiente para me apaixonar. Não deixo de recomendar este livro e gostaria de saber as vossas opiniões em relação a ele.

Classificação: 3/5 estrelas

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Palavras Sentidas


"Aquele breve momento em que senti a pele dele na ponta dos dedos aqueceu-me por dentro. Não me tinha dado conta do frio que sentia dentro de mim durante todos estes anos até tocar numa pessoa normal."

O Outro Amor da Vida Dele
Dorothy Koomson

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Palavras Sentidas


"Sabes qual é o teu problema? Queres que alguém te salve. Queres ser salva, em vez de te salvares a ti própria. E não consegues aproveitar uma boa oportunidade nem quando ela te bate à porta."

Um Erro Inocente
Dorothy Koomson

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Palavras Sentidas


"Nunca mais poderei falar com ela. E só percebemos a quanto tempo equivale a eternidade quando já nada podemos fazer."

A Filha da Minha Melhor Amiga
Dorothy Koomson

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Palavras Sentidas


"Esse é que é o problema, não é? Sempre encontrei no meu coração lugar para amar aqueles que me magoam."

Um Erro Inocente
Dorothy Koomson

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Palavras Sentidas


"Às vezes viver com ele é como dizerem-me que é uma questão de vida ou morte suster a respiração, sem no entanto me dizerem quando posso voltar a respirar. Não sei o que é melhor: respirar fundo e sofrer as consequências ou continuar a suster a respiração independentemente do que isso possa fazer-me."

O Outro Amor da Vida Dele
Dorothy Koomson

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Palavras Sentidas


"Quando deixamos tudo em espera para perseguir a única coisa que julgamos que nos vai trazer felicidade, tornamo-nos infelizes até lá chegar, e quando lá chegamos corremos o risco de descobrir que aquilo que queríamos não nos faz tão feliz como esperávamos. Ou pior, que nos esquecemos completamente de como ser felizes."

O Outro Amor da Vida Dele
Dorothy Koomson

sábado, 12 de dezembro de 2015

"A Filha da Minha Melhor Amiga" de Dorothy Koomson [Opinião]

Este ano tenho-me dedicado a descobrir algumas obras de Dorothy Koomson, uma autora que me surpreende a cada livro seu. Consegui este livro emprestado e isso permitiu-me deliciar-me com mais uma das suas histórias.

A Filha da Minha Melhor Amiga retrata a amizade de duas mulheres - Kamryn e Adele - e como esta é arrasada por uma traição, da qual nasce uma criança. Anos depois, Adele está a morrer e implora a Kamryn que adote a sua filha, Tegan. A partir deste momento, a vida despreocupada de Kamryn muda completamente. Estará ela preparada para os desafios que a esperam?

É sempre bom voltar à escrita de Dorothy Koomson, uma escrita fluida que rapidamente cativa o leitor e lhe transmite emoções muito variadas. A autora escreve sempre com muito humor, embora não deixe de nos provocar lágrimas e sorrisos.

Esta história aborda um tema bastante doloroso: o cancro, nomeadamente a leucemia, uma doença que, infelizmente, é muito comum nos dias de hoje. Juntamente com a doença vem a devastação que esta provoca no próprio doente, nos amigos e nos familiares. É um tema duro que não consegue deixar ninguém indiferente.

Kamryn já tinha sofrido com a traição da amiga e agora está prestes a perder Adele pela segunda vez, desta vez para sempre, e ganhar uma nova responsabilidade: cuidar da sua filha Tegan. Nada disto será fácil para Kamryn que terá não só de lidar com a sua própria dor como também com a dor de uma criança que acabou de perder a mãe.
Além disso, isto mexe igualmente com os planos que Kamryn tinha para a sua vida, planos estes que envolviam a decisão de não ter filhos e poder dedicar-se inteiramente à sua carreira. Com a chegada de Tegan, tudo isto muda.

Achei Kamryn uma mulher com uma força extraordinária por tudo aquilo com que teve de lidar. Não foi fácil e teve os seus momentos de desespero, mas conseguiu ultrapassar todas as situações com muito coragem.

Gostei muito do final deste livro; acho que a autora conseguiu dar um desfecho muito bom e era aquele pelo qual eu estava a torcer.

Esta é uma história muito tocante, realista e com um enredo cativante. Quer sejam ou não fãs da autora, é uma leitura que eu recomendo vivamente.

Classificação: 4/5 estrelas

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Palavras Sentidas


"Só tinha quinze anos. Não sabia que, quando se atira uma pedra, sob a forma de uma decisão estúpida, para o lago que é a nossa vida, esta pode provocar uma maré viva capaz de destruir tudo e todos no seu caminho."

Um Erro Inocente
Dorothy Koomson

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Palavras Sentidas


"Os nossos corpos tocaram-se e não houve faísca, ignição, nem uma súbita explosão de paixão. Foi muito mais belo que isso. Tocar-lhe assim foi como se ele tivesse mergulhado no meu ser e abraçado a minha alma. Naquele momento soube, sem margem para dúvidas, que tinha encontrado a minha alma gémea."

O Outro Amor da Vida Dele
Dorothy Koomson

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Livro do Mês: Julho

O mês de julho foi muito bom a nível de leituras e foram todas bastante variadas. No total, li 5 livros e 1 conto.
Assim, as leituras deste mês incluíram um thriller, um romance contemporâneo, um livro de não ficção, um romance histórico, um livro do género fantasia e, por fim, um conto dentro do género ficção científica.

O livro que vou destacar é de uma autora que me tem cativado imenso e, desta vez, deixou-me apaixonada por esta história!

LIVRO DO MÊS


segunda-feira, 27 de julho de 2015

"O Outro Amor da Vida Dele" de Dorothy Koomson [Opinião]

Dorothy Koomson é uma autora cujos romances tenho vindo a explorar ultimamente. Embora tenha apreciado imenso os primeiros três livros dela que li - Bons Sonhos, Meu Amor; Amor e Chocolate; e Um Erro Inocente - ainda nenhum me tinha proporcionado aquela sensação de arrebatamento total. Até surgir a oportunidade de ler O Outro Amor da Vida Dele.

Este livro inicia-se com uma carta bastante enigmática que me deixou logo em alerta. Estavam lançadas as bases que me levariam para a vida de Libby e Jack, casados e a viver uma vida de sonho, não fosse o facto de Jack ainda não ter ultrapassado a morte da sua primeira mulher, Eve.
Quando o destino interfere na relação de ambos, Libby vai procurar conhecer melhor o homem com quem se casou e a aparentemente perfeita Eve. Contudo, acabará por descobrir uma verdade assustadora sobre aquela família.

Este romance retrata um tema forte e bombástico, tal como já vem sendo habitual nos livros da autora. Curiosamente, são estas temáticas duras as que mexem mais comigo e que acabam por me agradar mais.

A escrita da autora é fantástica, como já tive oportunidade de constatar nas minhas leituras anteriores e senti-me cativada logo nas primeiras linhas. Era impossível permanecer indiferente ao conteúdo daquela carta e, já com diversas ideias em mente, tudo o que quis foi lançar-me nesta história.

A autora alterna entre presente e passado para nos mostrar como Libby e Jack se conheceram. Mais tarde, surge ainda a voz de Eve, numa narrativa apaixonante em que ela nos conta como foi a sua vida.

Quanto às personagens, confesso que não simpatizei logo com Jack ao início, e isso deve-se em parte à tal carta enigmática que já referi. Durante bastante tempo, duvidei dele, e só mais tarde é que surgiu a compaixão, quando me apercebi de como ele sofreu com a morte de Eve.
Por sua vez, Libby é uma personagem interessante, lutadora e independente e que vê a sua vida ser virada do avesso quando o destino lhe prega uma partida. Contudo, Eve é, sem qualquer dúvida, a melhor personagem deste livro e, para mim, tornou-se mesmo numa personagem que não esquecerei facilmente.

Como referi mais acima, esta história cativou-me desde as primeiras páginas, viciou-me e deixou-me a pensar nela em todos os momentos em que não estava a ler. Emocionei-me, ri-me, espantei-me e ainda me senti esbofeteada quando a autora revelou um aspeto crucial da história. Fui tão surpreendida como a personagem que fez essa descoberta e, desde aí, o livro aumentou a minha ansiedade. O final foi mais calmo do que eu imaginava, mas satisfez-me plenamente.

Poderia continuar a escrever acerca deste livro, mas não quero revelar nada que possa estragar a leitura de outras pessoas. Recomendo absolutamente este livro, que acabou de se tornar o meu livro preferido da autora. Espero que apreciem tanto esta leitura como eu!

Classificação: 5/5 estrelas

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Palavras Sentidas


"Crescer tem essa desvantagem: começamos a descobrir mais motivos para nos preocuparmos."

Um Erro Inocente
Dorothy Koomson

quarta-feira, 3 de junho de 2015

"Um Erro Inocente" de Dorothy Koomson [Opinião]

Um Erro Inocente foi o terceiro romance de Dorothy Koomson que tive oportunidade de ler.
Tal como noutros livros da autora, neste encontramos novamente um tema bastante forte: a pedofilia.

Ao longo de capítulos que alternam entre presente e passado, vamos conhecendo a história de Poppy e Serena, duas mulheres que, na adolescência, caíram nos encantos de um professor que mudou completamente a vida de ambas. Nessa altura, foram as únicas testemunhas de um trágico acontecimento que continua a assombrá-las vinte anos depois. Poppy quer a todo o custo trazer a verdade ao de cima, enquanto Serena não tenciona que ninguém do seu presente desvende o seu passado.

A história é-nos contada na primeira pessoa, na voz de cada uma das protagonistas, o que permite que o leitor se envolva completamente. Eu senti-me cativada desde as primeiras páginas, não só pela fantástica escrita da autora, como também pelo mistério que se encontrava presente na história.

A caracterização das personagens está excelente; Poppy e Serena são completamente diferentes e muito disso se deve ao que aconteceu no passado e à forma como as vidas de ambas divergiram. Por sua vez, Marcus é uma personagem completamente repugnante e que conseguiu perturbar-me e deixar-me ligeiramente obcecada quando não estava a ler (tudo o que queria era pegar no livro novamente para descobrir o que aconteceria a seguir).

Além das vidas das personagens, este livro dá igualmente um grande destaque às relações, nomeadamente as familiares, que claramente foram muito afetadas com tudo o que sucedeu às duas jovens. Como a autora escreveu a certa altura do livro, uma decisão errada pode acabar por destruir, não apenas a vida da pessoa que a toma, como também a de todos à sua volta.

Por fim, gostava ainda de fazer referência ao final do livro. Houve um momento em que acreditei que as protagonistas iam descobrir a verdade e que se ia fazer justiça, mas depois comecei eu própria a desvendar o mistério e percebi que a autora possivelmente iria dar um final diferente à história. E foi isso mesmo que aconteceu; mesmo como uma leve ideia, não consegui evitar sentir-me fascinada com aquelas páginas finais onde tudo nos foi revelado.

Um livro que eu aconselho vivamente a quem já é fã da autora e aos leitores que apreciem histórias duras, perturbantes e com uma pequena dose de suspense.

Classificação: 4/5 estrelas

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Livro do Mês: Abril e Maio

No mês passado não elegi livro do mês, por isso vou juntar os meses de abril e maio e escolher uma das 13 leituras que fiz nestes dois meses.
Li sete livros de banda desenhada, um conto, um livro do género fantasia, um romance histórico e três romances contemporâneos.

Embora com alguma indecisão, dado que houve dois livros que se destacaram, vou optar por uma autora que já conheço e que conseguiu prender-me de início ao fim neste livro. Cá está o escolhido!

LIVRO DO MÊS