quarta-feira, 12 de março de 2014

30 Day Book Challenge - Dia 12

Dia 12 - Um livro que simultaneamente adoraste e odiaste

Eu adorei todos os livros desta série (este é o terceiro de seis volumes, na edição portuguesa), mas este deixou-me um gostinho um pouco amargo por causa do final, foi bastante doloroso de se ler. Mas no geral é uma série que recomendo aos fãs de fantasia e entristece-me que ela não seja tão popular em Portugal.


Memórias de Idhún: O Despertar - Laura Gallego García

terça-feira, 11 de março de 2014

"A Culpa é das Estrelas" de John Green [Opinião]

Este é um daqueles romances que, por ser tão falado e amado pelos leitores, leva-nos de imediato a criar expectativas elevadas. Mais tarde, durante a leitura, ficamos com medo de acabar por não gostar assim tanto e ver as nossas expectativas completamente abaladas.

Felizmente não foi o meu caso. Este livro começou por me fazer soltar umas boas gargalhadas, depois surpreendeu-me, agarrou-me e, por fim, devastou-me.

Hazel é uma jovem com cancro que nunca tinha conhecido outra situação que não a de doente terminal, embora um medicamento experimental tenha feito diminuir o tumor que a atacara. É quando conhece Augustus Waters no Grupo de Apoio dos Miúdos com Cancro, que Hazel vê a sua história a ser completamente reescrita.

Na sua escrita fluida e cativante, repleta de humor (algum bastante negro) e tragédia, John Green fala-nos abertamente de cancro, de vida, de sofrimento e morte. E fala-nos também da aventura que é estar-se apaixonado e viver o primeiro amor.

As personagens deste romance, apesar de jovens, apresentam uma maturidade surpreendente e, pelas situações incríveis que eles viveram, tornaram-se inesquecíveis para mim.

Este livro é uma montanha-russa de emoções; se nos faz rir com uma frase, pouco depois surge uma reviravolta que nos deixa perigosamente num poço de lágrimas. Rimos, choramos e só queremos continuar agarrados a estas páginas e a estas personagens.

Eu li o livro em dois ou três dias e, assim que terminei, senti-me doente, paralisada, devastada, com o coração pequenino de tão apertado. No dia seguinte já me sentia recuperada, porém esta história continua a obrigar-me a pensar nela frequentemente. Parece estranho que me apeteça ler o livro outra vez?

Admito que esta não foi uma opinião fácil de escrever e sei que não faz justiça a tudo o que este livro me fez sentir. Só vos peço que leiam este livro, que o sintam, que desfrutem destas páginas. É uma história linda, extremamente comovente e escrita de um modo maravilhoso. Um dos melhores livros que tive oportunidade de ler nos últimos anos!

Classificação: 5/5 estrelas

30 Day Book Challenge - Dia 11

Dia 11 - Um livro que odiaste

Este livro deve ter sido o único que, em toda a minha vida, não consegui ler até ao fim. Ainda ultrapassei as cem páginas mas não via a história a evoluir e os capítulos eram tão maçadores que acabei por desistir. Definitivamente, odiei-o.


O Anjo da Morte - Ariana Franklin

segunda-feira, 10 de março de 2014

[Maratona Literária] Viagens (In)Esperadas - Março | Desafio 7.2


A maratona está a chegar ao fim, qual o balanço que fazem?
Conseguiram atingir os vossos objectivos?

O balanço que faço desta maratona é positivo, embora continue sem alcançar resultados extraordinários. Escolhi três livros e consegui pegar em todos eles, mesmo não tendo lido o terceiro até ao fim. Consegui também voltar a superar o número de páginas da maratona anterior, por isso fico contente!

As minhas leituras foram as seguintes:
  1. Nudez Mortal [J. D. Robb] - 232 pág (livro lido na íntegra)
  2. O Intruso [Carina Rosa] - 190 pág (livro lido na íntegra)
  3. Um Beijo em Havana [Michelle Jackson] - 54 pág (livro iniciado)

Total: 476 páginas

RESULTADOS ANTERIORES:
Maratona 1 (Janeiro) - 422 páginas lidas
Maratona 2 (Fevereiro)  - 450 páginas lidas

30 Day Book Challenge - Dia 10

Dia 10 - Um livro que te faça sentir em casa

Não só este livro mas toda a série me transmite aquela sensação de me sentir em casa. Lembro-me dos anos da minha adolescência, da espera por um novo livro e das férias de verão passadas a ler e a reler Harry Potter!


Harry Potter e o Príncipe Misterioso - J. K. Rowling

domingo, 9 de março de 2014

30 Day Book Challenge - Dia 9

Dia 9 - Um livro que pensaste que não ias gostar mas que acabaste por adorar

O tema de hoje não é muito fácil, mas procurei o livro que se encaixasse melhor. Este livro estava na estante do meu irmão quando decidi lê-lo. No altura, não tinha grandes expectativas em relação à história mas, à medida que fui lendo, comecei a gostar. Não adorei, não o achei apaixonante, mas gostei bastante das emoções que o livro me proporcionou e da temática do amor-ódio.


O Fim da Aventura - Graham Greene

sábado, 8 de março de 2014

[Maratona Literária] Viagens (In)Esperadas - Março | Desafio 5


Estamos a caminhar para o fim da maratona. Como vos está a correr?

Até ao momento, a maratona está a correr relativamente bem, embora não tão bem como eu esperava. No primeiro dia da maratona, estive a terminar um livro que, por não se incluir em nenhuma das categorias, não conta para o resultado final. Como fiquei um pouco transtornada com a história, não consegui iniciar de imediato um novo livro. No entanto, os dias seguintes correram melhor!

Já li dois livros - Nudez Mortal (J. D. Robb) e O Intruso (Carina Rosa) - e daqui a pouco irei começar Um Beijo em Havana (Michelle Jackson).

30 Day Book Challenge - Dia 8

Dia 8 - Um livro sobrevalorizado

Já há algum tempo que li, não só este livro, como a série completa, e sinceramente nunca percebi muito bem todo o histerismo à volta desta história. Depois de terem saído os filmes, ainda fiquei a perceber menos!


Crepúsculo - Stephenie Meyer

sexta-feira, 7 de março de 2014

"A Herança" de Katherine Webb [Opinião]

Estou a começar a descobrir que me agradam imenso os romances com uma mansão antiga, onde se escondem segredos de família, passados dramáticos que agora vão ser descobertos. Este é o terceiro livro que leio do género e posso desde já recomendar-vos As Horas Distantes, de Kate Morton, e Mariana, de Susanna Kearsley.

Neste romance, as irmãs Erica e Beth Calcott regressam a Storton Manor, onde se encontra a imponente mansão de família que herdaram após a morte da avó. É aqui que Erica relembra as férias de verão da sua infância e, principalmente o primo Henry, que desapareceu daquela mesma casa sem deixar rasto, dilacerando a família e marcando Beth terrivelmente. Agora Erica decide investigar o passado e descobrir o que aconteceu a Henry, para que a irmã possa finalmente encontrar alguma paz.

A narrativa deste livro decorre no presente - quando as irmãs chegam à mansão - e no passado, iniciando-se em 1902 - quando nos é contada a história de Caroline, a bisavó das duas irmãs. Ambas as histórias são contadas alternadamente até que o passado e o presente acabam por convergir, levando as irmãs a encararem uma dolorosa herança.

O início do livro é lento, bastante descritivo e os capítulos são enormes, pelo que é necessário insistir um pouco na leitura até que ela nos agarre. Assim que isso acontece, o leitor deixa de se incomodar tanto com a descrição (um pouco excessiva, em algumas partes), pois só desejará prosseguir na leitura e descobrir os segredos desta família.

Foi desta forma que me senti, presa e enfeitiçada pelo passado de Caroline, cuja vida me impressionou imenso. As suas escolhas e ações acabaram por influenciar, mais tarde, a sua relação com a filha, Meredith, e a própria relação de Meredith com a filha, a mãe de Erica e Beth. Este livro aborda fortemente as relações familiares e ilustra como o sofrimento passado prejudica, muitas vezes, essas relações.

O segredo em torno do desaparecimento do primo Henry foi uma reviravolta que eu não esperava e acabei por adorar este desfecho.

A própria Erica chega ao fim sem descobrir toda a verdade; há um pormenor importante que ela não chega a desvendar e tem noção disso, pois a certa altura afirma: "algumas coisas perderam-se no passado - decerto que é por isso que o passado é tão misterioso, e por isso é que nos fascina". Em contrapartida, a nós leitores é-nos contado tudo, todas as peças se unem e fazem sentido; mas confesso que tive vontade de entrar nas páginas deste livro e explicar a Erica o que ela não descobriu. É uma sensação fascinante, não é?

Foi a primeira vez que li uma obra da autora e fiquei muito surpreendida, ela é realmente uma boa contadora de histórias e estou desejosa de voltar a ler algo dela. Se não conhecem a autora e gostam deste tipo de romances, então aqui fica a recomendação de mais um livro que devem ler.

Classificação: 4/5 estrelas

30 Day Book Challenge - Dia 7

Dia 7 - Um livro que te faça rir

De toda a série Sugar Maple, este foi o livro que mais me divertiu. É um livro com imensas peripécias e algumas personagens bem caricatas, que me fez rir que nem uma doida.


Filha da Magia - Barbara Bretton

[Maratona Literária] Viagens (In)Esperadas - Março | Desafio 4


Se vos fosse possível mascarar de um escritor, qual seria? Porquê?

Eu mascarava-me de Shakespeare porque acho que ele tem uma aparência interessante e daria uma máscara muito engraçada. Ia gostar principalmente da parte das roupas e, claro, de ver se as pessoas me reconheceriam!


quinta-feira, 6 de março de 2014

Booking Through Thursday | Censura


CENSURA

Acho que a maioria de nós em princípio é contra a censura, mas... Achas que deveria variar dependendo da idade impressionável dos leitores? Ou é sempre errado? E quanto à diferença entre a censura "oficial", como a do governo ou da escola, e a dos pais, em dizer não a um livro específico para o seu filho?

Pessoalmente, não concordo com a censura a nível governamental e acho absurdo que ainda exista. No entanto, não me incomoda se determinado livro é ou não censurado até porque acho que, quem o desejar ler, de uma forma ou de outra consegue-o.

Quanto à censura na escola, também me parece um pouco errada. Creio que as bibliotecas devem manter os livros arrumados nas diferentes secções e tendo em conta o intervalo de idades a que se destinam. Mas proibir as crianças e jovens de ter acesso a determinados livros, não me parece que vá adiantar de muito. Afinal de contas, eles estão constantemente expostos à violência, ao sexo e às drogas na televisão e nos jogos de vídeo. E, além disso, se um livro for proibido, será que não vai causar ainda mais curiosidade?

Em casa, é importante, acima de tudo, que os pais eduquem os filhos desde cedo e que os habituem a ter a confiança e a abertura necessárias para, juntos, conversarem sobre todos os temas que provoquem interesse na criança/jovem. É aos pais que cabe a decisão do que permitem ou não que o filho leia mas, mais importante ainda do que censurar ou não os livros, é incentivar a criança a ler, desde cedo, visto que a leitura é uma das atividades mais estimulantes e enriquecedoras que se pode ter ao longo da vida.